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Votação
RÉVEILLON : RELEMBRE O PORQUÊ DE TANTAS COMEMORAÇÕES

A virada de ano é uma das datas mais comemoradas em todo o mundo. O principal motivo que explica essa comemoração talvez seja o fato das pessoas tomarem para si o sentimento de renovação, na esperança de que o ano seguinte será melhor do que o anterior. A comemoração pela passagem de ano já era feita desde 2000 a.C, na Mesopotâmia. No entanto, os calendários dos povos da antiguidade obviamente eram diferentes do calendário gregoriano, assim, cada povo comemorava o ano novo em uma data.
No ocidente, a prática de comemorar o ano novo surgiu através de um decreto do governador romano Júlio César, em 46 a.C, no qual estabeleceu o dia 1º de janeiro como o dia do ano novo. A comemoração da virada de ano é chamada de reveillon. Tal nome é uma derivação do verbo francês "réveiller", que significa "despertar".
No Brasil, as principais comemorações são feitas na Avenida Paulista -SP, Florianópolis-SC, Salvador-BA, praia de Copacabana, Rio de Janeiro, onde milhares de pessoas se reúnem para ver uma grande queima de fogos de artifício. Outro fator relacionado à tradição brasileira é o fato das pessoas usarem roupas de cor branca. Na verdade, esse hábito é proveniente da cultura africana, na qual o branco simboliza a paz.
Outra famosa comemoração ocorre nos Estados Unidos. O principal réveillon dos americanos ocorre na cidade de Nova York. À meia-noite, uma grande maçã explode em uma das regiões mais conhecidas da cidade, espalhando bombons e balas para todos os lados.
Os australianos realizam suas comemorações em frente ao Opera House, Sidney, onde há uma grande queima de fogos. Na França, a principal comemoração ocorre na principal avenida de Paris, Champs-Elysées, próximo ao Arco do Triunfo.
Por Tiago Dantas
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FELIZ ANO NOVO

Vi na televisão que as lojas bacanas estavam vendendo adoidado roupas ricas para as madames vestirem no reveillon. Vi também que as casas de artigos finos para comer e beber tinham vendido todo o estoque.
Pereba, vou ter que esperar o dia raiar e apanhar cachaça, galinha morta e farofa dos macumbeiros.
Pereba entrou no banheiro e disse, que fedor.
Vai mijar noutro lugar, tô sem água.
Pereba saiu e foi mijar na escada.
Onde você afanou a TV, Pereba perguntou.
Afanei, porra nenhuma. Comprei. O recibo está bem em cima dela. Ô Pereba! você pensa que eu sou algum babaquara para ter coisa estarrada no meu cafofo?
Tô morrendo de fome, disse Pereba.
De manhã a gente enche a barriga com os despachos dos babalaôs, eu disse, só de sacanagem.
Não conte comigo, disse Pereba. Lembra-se do Crispim? Deu um bico numa macumba aqui na Borges de Medeiros, a perna ficou preta, cortaram no Miguel Couto e tá ele aí, fudidão, andando de muleta.
Pereba sempre foi supersticioso. Eu não. Tenho ginásio, sei ler, escrever e fazer raiz quadrada. Chuto a macumba que quiser.
Acendemos uns baseados e ficamos vendo a novela. Merda. Mudamos de canal, prum bang-bang, Outra bosta.
As madames granfas tão todas de roupa nova, vão entrar o ano novo dançando com os braços pro alto, já viu como as branquelas dançam? Levantam os braços pro alto, acho que é pra mostrar o sovaco, elas querem mesmo é mostrar a boceta mas não têm culhão e mostram o sovaco. Todas corneiam os maridos. Você sabia que a vida delas é dar a xoxota por aí?
Pena que não tão dando pra gente, disse Pereba. Ele falava devagar, gozador, cansado, doente.
Pereba, você não tem dentes, é vesgo, preto e pobre, você acha que as madames vão dar pra você? Ô Pereba, o máximo que você pode fazer é tocar uma punheta. Fecha os olhos e manda brasa.
Eu queria ser rico, sair da merda em que estava metido! Tanta gente rica e eu fudido.
Zequinha entrou na sala, viu Pereba tocando punheta e disse, que é isso Pereba?
Michou, michou, assim não é possível, disse Pereba.
Por que você não foi para o banheiro descascar sua bronha?, disse Zequinha.
No banheiro tá um fedor danado, disse Pereba. Tô sem água.
As mulheres aqui do conjunto não estão mais dando?, perguntou Zequinha.
Ele tava homenageando uma loura bacana, de vestido de baile e cheia de jóias.
Ela tava nua, disse Pereba.
Já vi que vocês tão na merda, disse Zequinha.
Ele tá querendo comer restos de Iemanjá, disse Pereba.
Brincadeira, eu disse. Afinal, eu e Zequinha tínhamos assaltado um supermercado no Leblon, não tinha dado muita grana, mas passamos um tempão em São Paulo na boca do lixo, bebendo e comendo as mulheres. A gente se respeitava.
Pra falar a verdade a maré também não tá boa pro meu lado, disse Zequinha. A barra tá pesada. Os homens não tão brincando, viu o que fizeram com o Bom Crioulo? Dezesseis tiros no quengo. Pegaram o Vevé e estrangularam. O Minhoca, porra! O Minhoca! crescemos juntos em Caxias, o cara era tão míope que não enxergava daqui até ali, e também era meio gago - pegaram ele e jogaram dentro do Guandu, todo arrebentado.
Pior foi com o Tripé. Tacaram fogo nele. Virou torresmo. Os homens não tão dando sopa, disse Pereba. E frango de macumba eu não como.
Depois de amanhã vocês vão ver. Vão ver o que?, perguntou Zequinha.
Só tô esperando o Lambreta chegar de São Paulo.
Porra, tu tá transando com o Lambreta?, disse Zequinha.
As ferramentas dele tão todas aqui.
Aqui!?, disse Zequinha. Você tá louco.
Eu ri.
Quais são os ferros que você tem?, perguntou Zequinha. Uma Thompson lata de goiabada, uma carabina doze, de cano serrado, e duas magnum.
Puta que pariu, disse Zequinha. E vocês montados nessa baba tão aqui tocando punheta?
Esperando o dia raiar para comer farofa de macumba, disse Pereba. Ele faria sucesso falando daquele jeito na TV, ia matar as pessoas de rir.
Fumamos. Esvaziamos uma pitu.
Posso ver o material?, disse Zequinha.
Descemos pelas escadas, o elevador não funcionava e fomos no apartamento de Dona Candinha. Batemos. A velha abriu a porta.
Dona Candinha, boa noite, vim apanhar aquele pacote.
O Lambreta já chegou?, disse a preta velha.
Já, eu disse, está lá em cima.
A velha trouxe o pacote, caminhando com esforço. O peso era demais para ela. Cuidado, meus filhos, ela disse.
Subimos pelas escadas e voltamos para o meu apartamento. Abri o pacote. Armei primeiro a lata de goiabada e dei pro Zequinha segurar. Me amarro nessa máquina, tarratátátátá!, disse Zequinha.
É antiga mas não falha, eu disse.
Zequinha pegou a magnum. Jóia, jóia, ele disse. Depois segurou a doze, colocou a culatra no ombro e disse: ainda dou um tiro com esta belezinha nos peitos de um tira, bem de perto, sabe como é, pra jogar o puto de costas na parede e deixar ele pregado lá.
Botamos tudo em cima da mesa e ficamos olhando. Fumamos mais um pouco.
Quando é que vocês vão usar o material?, disse Zequinha.
Dia 2. Vamos estourar um banco na Penha. O Lambreta quer fazer o primeiro gol do ano.
Ele é um cara vaidoso, disse Zequinha.
É vaidoso mas merece. Já trabalhou em São Paulo, Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre, Vitória, Niterói, pra não falar aqui no Rio. Mais de trinta bancos.
É, mas dizem que ele dá o bozó, disse Zequinha.
Não sei se dá, nem tenho peito de perguntar. Pra cima de mim nunca veio com frescuras.
Você já viu ele com mulher?, disse Zequinha.
Não, nunca vi. Sei lá, pode ser verdade, mas que importa?
Homem não deve dar o cu. Ainda mais um cara importante como o Lambreta, disse Zequinha.
Cara importante faz o que quer, eu disse.
É verdade, disse Zequinha.
Ficamos calados, fumando.
Os ferros na mão e a gente nada, disse Zequinha.
O material é do Lambreta. E aonde é que a gente ia usar ele numa hora destas?
Zequinha chupou ar fingindo que tinha coisas entre os dentes. Acho que ele também estava com fome.
Eu tava pensando a gente invadir uma casa bacana que tá dando festa. O mulherio tá cheio de jóia e eu tenho um cara que compra tudo que eu levar. E os barbados tão cheios de grana na carteira. Você sabe que tem anel que vale cinco milhas e colar de quinze, nesse intruja que eu conheço? Ele paga na hora.
O fumo acabou. A cachaça também. Começou a chover. Lá se foi a tua farofa, disse Pereba.
Que casa? Você tem alguma em vista?
Não, mas tá cheio de casa de rico por aí. A gente puxa um carro e sai procurando.
Coloquei a lata de goiabada numa saca ele feira, junto com a munição. Dei uma magnum pro Pereba, outra pro Zequinha. Prendi a carabina no cinto, o cano para baixo e vesti uma capa. Apanhei três meias de mulher e uma tesoura. Vamos, eu disse.
Puxamos um Opala. Seguimos para os lados de São Conrado. Passamos várias casas que não davam pé, ou tavam muito perto da rua ou tinham gente demais. Até que achamos o lugar perfeito. Tinha na frente um jardim grande e a casa ficava lá no fundo, isolada. A gente ouvia barulho de música de carnaval, mas poucas vozes cantando. Botamos as meias na cara. Cortei com a tesoura os buracos dos olhos. Entramos pela porta principal.
Eles estavam bebendo e dançando num salão quando viram a gente.
É um assalto, gritei bem alto, para abafar o som da vitrola. Se vocês ficarem quietos ninguém se machuca. Você aí, apaga essa porra dessa vitrola!
Pereba e Zequinha foram procurar os empregados e vieram com três garções e duas cozinheiras. Deita todo mundo, eu disse.
Contei. Eram vinte e cinco pessoas. Todos deitados em silêncio, quietos, como se não estivessem sendo vistos nem vendo nada.
Tem mais alguém em casa?, eu perguntei.
Minha mãe. Ela está lá em cima no quarto. É uma senhora doente, disse uma mulher toda enfeitada, de vestido longo vermelho. Devia ser a dona da casa.
Crianças?
Estão em Cabo Frio, com os tios.
Gonçalves, vai lá em cima com a gordinha e traz a mãe dela.
Gonçalves?, disse Pereba.
É você mesmo. Tu não sabe mais o teu nome, ô burro? Pereba pegou a mulher e subiu as escadas.
Inocêncio, amarra os barbados.
Zequinha amarrou os caras usando cintos, fios de cortinas, fios de telefones, tudo que encontrou.
Revistamos os sujeitos. Muito pouca grana. Os putos estavam cheios de cartões de crédito e talões de cheques. Os relógios eram bons, de ouro e platina. Arrancamos as jóias das mulheres. Um bocado de ouro e brilhante. Botamos tudo na saca.
Pereba desceu as escadas sozinho.
Cadê as mulheres?, eu disse.
Engrossaram e eu tive que botar respeito.
Subi. A gordinha estava na cama, as roupas rasgadas, a língua de fora. Mortinha. Pra que ficou de flozô e não deu logo? O Pereba tava atrasado. Além de fudida, mal paga. Limpei as jóias. A velha tava no corredor, caída no chão. Também tinha batido as botas. Toda penteada, aquele cabelão armado, pintado de louro, de roupa nova, rosto encarquilhado, esperando o ano novo, mas já tava mais pra lá do que pra cá. Acho que morreu de susto. Arranquei os colares, broches e anéis. Tinha um anel que não saía. Com nojo, molhei de saliva o dedo da velha, mas mesmo assim o anel não saía. Fiquei puto e dei uma dentada, arrancando o dedo dela. Enfiei tudo dentro de uma fronha. O quarto da gordinha tinha as paredes forradas de couro. A banheira era um buraco quadrado grande de mármore branco, enfiado no chão. A parede toda de espelhos. Tudo perfumado. Voltei para o quarto, empurrei a gordinha para o chão, arrumei a colcha de cetim da cama com cuidado, ela ficou lisinha, brilhando. Tirei as calças e caguei em cima da colcha. Foi um alívio, muito legal. Depois limpei o cu na colcha, botei as calças e desci.
Vamos comer, eu disse, botando a fronha dentro da saca. Os homens e mulheres no chão estavam todos quietos e encagaçados, como carneirinhos. Para assustar ainda mais eu disse, o puto que se mexer eu estouro os miolos.
Então, de repente, um deles disse, calmamente, não se irritem, levem o que quiserem não faremos nada.
Fiquei olhando para ele. Usava um lenço de seda colorida em volta do pescoço.
Podem também comer e beber à vontade, ele disse.
Filha da puta. As bebidas, as comidas, as jóias, o dinheiro, tudo aquilo para eles era migalha. Tinham muito mais no banco. Para eles, nós não passávamos de três moscas no açucareiro.
Como é seu nome?
Maurício, ele disse.
Seu Maurício, o senhor quer se levantar, por favor?
Ele se levantou. Desamarrei os braços dele.
Muito obrigado, ele disse. Vê-se que o senhor é um homem educado, instruído. Os senhores podem ir embora, que não daremos queixa à polícia. Ele disse isso olhando para os outros, que estavam quietos apavorados no chão, e fazendo um gesto com as mãos abertas, como quem diz, calma minha gente, já levei este bunda suja no papo.
Inocêncio, você já acabou de comer? Me traz uma perna de peru dessas aí. Em cima de uma mesa tinha comida que dava para alimentar o presídio inteiro. Comi a perna de peru. Apanhei a carabina doze e carreguei os dois canos.
Seu Maurício, quer fazer o favor de chegar perto da parede? Ele se encostou na parede. Encostado não, não, uns dois metros de distância. Mais um pouquinho para cá. Aí. Muito obrigado.
Atirei bem no meio do peito dele, esvaziando os dois canos, aquele tremendo trovão. O impacto jogou o cara com força contra a parede. Ele foi escorregando lentamente e ficou sentado no chão. No peito dele tinha um buraco que dava para colocar um panetone.
Viu, não grudou o cara na parede, porra nenhuma.
Tem que ser na madeira, numa porta. Parede não dá, Zequinha disse.
Os caras deitados no chão estavam de olhos fechados, nem se mexiam. Não se ouvia nada, a não ser os arrotos do Pereba.
Você aí, levante-se, disse Zequinha. O sacana tinha escolhido um cara magrinho, de cabelos compridos.
Por favor, o sujeito disse, bem baixinho. Fica de costas para a parede, disse Zequinha.
Carreguei os dois canos da doze. Atira você, o coice dela machucou o meu ombro. Apóia bem a culatra senão ela te quebra a clavícula.
Vê como esse vai grudar. Zequinha atirou. O cara voou, os pés saíram do chão, foi bonito, como se ele tivesse dado um salto para trás. Bateu com estrondo na porta e ficou ali grudado. Foi pouco tempo, mas o corpo do cara ficou preso pelo chumbo grosso na madeira.
Eu não disse? Zequinha esfregou ó ombro dolorido. Esse canhão é foda.
Não vais comer uma bacana destas?, perguntou Pereba.
Não estou a fim. Tenho nojo dessas mulheres. Tô cagando pra elas. Só como mulher que eu gosto.
E você... Inocêncio?
Acho que vou papar aquela moreninha.
A garota tentou atrapalhar, mas Zequinha deu uns murros nos cornos dela, ela sossegou e ficou quieta, de olhos abertos, olhando para o teto, enquanto era executada no sofá.
Vamos embora, eu disse. Enchemos toalhas e fronhas com comidas e objetos.
Muito obrigado pela cooperação de todos, eu disse. Ninguém respondeu.
Saímos. Entramos no Opala e voltamos para casa.
Disse para o Pereba, larga o rodante numa rua deserta de Botafogo, pega um táxi e volta. Eu e Zequinha saltamos.
Este edifício está mesmo fudido, disse Zequinha, enquanto subíamos, com o material, pelas escadas imundas e arrebentadas.
Fudido mas é Zona Sul, perto da praia. Tás querendo que eu vá morar em Vilópolis?
Chegamos lá em cima cansados. Botei as ferramentas no pacote, as jóias e o dinheiro na saca e levei para o apartamento da preta velha.
Dona Candinha, eu disse, mostrando a saca, é coisa quente.
Pode deixar, meus filhos. Os homens aqui não vêm.
Subimos. Coloquei as garrafas e as comidas em cima de uma toalha no chão. Zequinha quis beber e eu não deixei. Vamos esperar o Pereba.
Quando o Pereba chegou, eu enchi os copos e disse, que o próximo ano seja melhor. Feliz Ano Novo.
Texto extraído do livro "Feliz Ano Novo", Editora Artenova - Rio de Janeiro, 1975, pág.
Conheça a vida e a obra de Rubem Fonseca Biografias".na página "
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O NASCIMENTO DE JESUS
Os Evangelhos de Mateus e Lucas narram o nascimento e infância de Jesus. Junto de sua mãe Maria e de seu pai José, colocam figuras que nos representam na procura, na adoração e no anúncio do Menino Jesus. Mateus refere magos, não judeus, vindos do Oriente, guiados pela estrela, que chegam a Jerusalém e perguntam pelo Rei recém-nascido. Para os Evangelistas, o importante não são os magos nem os pastores, mas sim o Menino Jesus.
Lucas apresenta pastores conduzidos pelos Anjos, como primeiras testemunhas do nascimento do nosso bendito Senhor e Salvador (Lc 2:8-20). São magos ou pastores sem biografia, mas sedentos de verdade, que ao contrário de outros, se interessam pelo Menino e constituem, por assim dizer, uma "parábola ambulante" no procurar, encontrar, adorar, oferecer presentes e no regressar por outro caminho à sua terra, anunciando o nascimento do Senhor (Mt 2:1-12).
O que motiva os magos, os desloca, move e conduz a Belém, é o desejo de ver, adorar e testemunhar d'Aquele que importa conhecer, amar e com Ele configurar a vida, para o anunciar sem medo, e sem constrangimentos, como Salvador, Fonte de Vida e de Esperança para nós e para o mundo. Os magos são representantes do ser humano, sedento de verdade, de amor e de sentido para a sua existência, levado pelo desejo de ver e encontrar.
Os Evangelhos são síntese, "florilégios" de gestos e palavras de Jesus, para que, segundo João "creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus e para que, crendo, tenhais vida em Seu nome" (Jo 20:31) ou, segundo Lucas, "para que conheças a certeza das coisas de que estás instruído" (Lc 1:4). Nestes resumos, há lugar para parábolas, alegorias, linguagem figurada e histórias exemplares em ordem a acreditar em Jesus Cristo. Os Evangelistas acreditavam, celebravam, viviam e testemunhavam a fé no Filho de Deus, encarnado, morto e ressuscitado, na comunidade que se reunia no dia do Senhor para celebrarem o memorial de Jesus ressuscitado.
A narração da vinda dos magos guiados pela estrela, é feita a partir de textos bíblicos reiterados, para exortar o homem à fé, à confissão e à adoração de Jesus, pois n'Ele, por Ele e para Ele são todas as coisas. Em relação a Cristo, o Novo Testamento apresenta a rejeição de uns e a adesão de outros.
"Mas a todos quantos o receberam, aos que crêem n'Ele, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus." (Jo 1:12-13)
Samuel da Silva Oliveira
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POR QUE MISSA DO GALO?
Missa do Galo é o nome dado em países católicos à missa celebrada depois do jantar da Véspera de Natal que começa à meia noite de 24 para 25 de Dezembro.
Seu nome consagra a lenda segundo a qual à meia-noite do dia 24 de dezembro um galo teria cantado, anunciando a vinda do Messias. Outra origem da expressão é citada em o De onde vem as palavras, de Deonísio da Silva (Editora A Girafa): como o fato de a Missa de Natal normalmente terminar muito tarde "quando as pessoas voltavam para casa, os galos já estavam cantando".
Na Missa do galo já todas as velas do Advento se encontram acesas e canta-se o cântico de Glória. Dada a sua importância, o próprio papa faz questão de rezá-la.
Tradicionalmente, depois da missa, as famílias voltam para casa, colocam a imagem do Menino Jesus no Presépio, distribuem os presentes e compartilham a Ceia de Natal.
TRECHO DA MISSA DO GALO , CELEBRADA À MEIA-NOITE
O Papa Bento XVI disse nesta quinta-feira que espera que o Natal traga a esperança para aqueles que sofrem com a guerra, o terrorismo, a injustiça e a pobreza e fez um apelo pela paz na Terra Santa.
Em sua mensagem de Natal, "Urbi et Orbi" (dirigida à cidade e ao mundo), o Papa também se voltou a quem tem medo do futuro -incluindo as nações mais ricas do mundo, que foram atingidas pela crise financeira global. ( Assista à mensagem do Papa )
- Em cada um desses lugares, que a luz do Natal possa brilhar e encorajar todas essas pessoas a participar do espírito de solidariedade autêntica - disse o Papa, na sacada central da basílica de São Pedro, diante de dezenas de milhares de pessoas.
- Se as pessoas só considerarem seus próprios interesses, nosso mundo certamente desmoronará.
Bento XVI deve visitar a Terra Santa em 2009, com possíveis paradas em Israel e territórios palestinos.
Ele espera que a região - palco de episódios violentos neste mês , depois do fim da trégua entre Israel e facções palestinas lideradas pelo Hamas- possa voltar ao caminho da paz.
- Que a luz divina de Belém seja irradiada para a Terra Santa, onde o horizonte mais uma vez parece triste para israelenses e palestinos - disse o Papa, condenando "a lógica torta do conflito e da violência".
Em seu quarto Natal no papado, Bento XVI também demonstrou preocupação com o Zimbábue, onde mais de 1.100 pessoas morreram numa epidemia de cólera e a hiperinflação faz os produtos dobrarem de preço a cada dia.
Para ele, o povo do Zimbábue está "há muito tempo preso em uma crise social e política que, infelizmente, continua a piorar".
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OS TRÊS REIS MAGOS

A tradição dos Três Reis Magos remonta ao nascimento de Jesus. As referências a este episódio nos Evangelhos é muito vaga, não se sabe quantos seriam estes personagens que visitaram a Criança assim que Ela nasceu, evento que consta no Evangelho de Mateus. Não se sabe com certeza nem mesmo se eram reis, há pesquisadores que acreditam ser eles sacerdotes seguidores de Zaratustra, da Pérsia, ou seus conselheiros. Supõe-se que eram três pelo número de presentes oferecidos ao Mestre. Seus nomes seriam Melchior, rei da Pérsia; Gaspar, rei da Índia, e Baltazar, rei da Arábia, os Santos Reis, porque são considerados bem-aventurados. Eles ganharam estas denominações cerca de oitocentos anos após o nascimento do Messias.
Há também a probabilidade de que eles eram astrônomos, pois se conta que eles observaram uma estrela incomum e a seguiram até a região na qual se encontrava Jesus. Sabendo que havia nascido um rei, foram imediatamente ao palácio de Herodes, em Jerusalém, mas o cruel personagem nada sabia, porém ficou assustado com essa possibilidade, pois já ouvira algumas profecias a esse respeito. Ele então teria pedido aos magos que o comunicassem se encontrassem este menino, pois desejava também lhe fazer uma visita. Sua intenção, porém, era de matá-lo.
Os reis fizeram uma longa viagem até a manjedoura, lá chegando apenas no dia seis de janeiro, daí o Dia de Reis ser comemorado nesta data. Narra a tradição que eles seguiram a estrela que lhes indicava a localização exata de Jesus, e também que eles teriam oferecido ao Menino ouro, incenso e mirra, o primeiro simbolizando a realeza de Jesus; o segundo, a sua Natureza Divina, a fé, já que o incenso era muito usado nos templos para representar as preces que seguem do Homem para Deus; e o terceiro, a imortalidade e a alusão à sua futura morte no martírio, pois a mirra era muito utilizada para a preparação dos cadáveres, com o propósito de conservá-los infinitamente. Ela foi usada também no corpo de Jesus após a Crucificação. Destes magos e de seus gestos herdamos a tradição de dar presentes uns aos outros no Natal.
Eles também representavam a humildade dos poderosos que se curvariam diante da Realeza Maior de Jesus, cumprindo as profecias que prediziam a humilhação dos grandes dominadores terrenos e a glorificação dos humildes. É nesse sentido que a Igreja preserva o culto aos Reis Magos, que receberam esse título apenas no século III, cumprindo assim a profecia de que os reis se prostrariam diante Dele. Para o catolicismo, eles representam a obediência aos desígnios divinos, o desprendimento dos patrimônios materiais, o compartilhamento destes bens com os necessitados.
Não há provas históricas da existência desses Reis e no próprio Evangelho são citados apenas por Mateus. Talvez eles sejam apenas um símbolo, uma metáfora da legitimação de Jesus por todos os povos da Terra. O que importa, porém, é que a tradição permanece viva, inclusive através da popular Folia de Reis - festa de origem portuguesa que relembra anualmente a visita dos Reis Magos a Jesus. Em alguns países essa comemoração tornou-se mais importante que o próprio Natal. No Brasil, grupos de pessoas vestidas a caráter visitam algumas casas tocando músicas que glorificam o nascimento do Menino Jesus e a visitação dos Santos Reis. As festas, que se iniciam próximo ao Natal, são encerradas no dia seis de janeiro, quando se comemora o Dia de Reis.
Fonte:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Tr%C3%AAs_Reis_Magos
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Presente para Jesus
Acordei nesse nono dia de Dezembro com vontade de comprar um presente para Jesus, afinal, não existe maior amigo que o Mestre dos Mestres, e no dia 25 o aniversário é Dele.
Sai cedo de casa e fui ao maior shopping-center da cidade, pensei primeiramente numa camisa branca, mas quando vi que o branco mais branco da Terra ainda era cinza perto da sua pureza, fiquei com vergonha e desisti.
Em outra vitrine vi um sapato de couro, lindo e caríssimo, mas quando lembrei dos seus pés calçados pelas sandálias da missão cumprida, achei que não existiria na Terra algo tão confortável que merecesse seus pés.
Uma caneta, foi isso que a próxima vitrine me apresentou, uma linda caneta de marca famosa, seria um lindo presente, mas lembrei-me que Ele nunca escreveu nada, tudo que Ele falou, mostrou na prática, servindo e amando sempre.
Lembrei-me, que um dia Ele falou que não tinha sequer um travesseiro para recostar sua cabeça, e pensei no melhor travesseiro de plumas de uma loja especializada em sono, era importado e muito confortável, mas lembrei-me que os justos dormiam tranqüilos e que Ele jamais usaria o travesseiro.
E, assim fui olhando as vitrines, abotoaduras de ouro, malas de viagem, bebidas finas, comidas importadas, tudo supérfluo, tudo matéria que o tempo iria corroer.
Confesso que sai um pouco chateado do Shopping, afinal eu saíra para comprar um presente para Você Jesus, e não havia achado nada.
Na porta do Shopping um menino muito miudinho sorriu para mim, perguntou meu nome e eu o dele, ele riu e me estendeu a mão, tinha o rosto muito sujo, as mãos encardidas, perguntei pela sua mãe, ele deu de ombros, sobre o pai, nem sabia onde estava...perguntei se ele queria tomar um lanche, ele sorriu um sim, pegou na minha mão.
Na porta do Shopping olhou para suas roupas e olhou para mim, sabia que não estava corretamente vestido, peguei-o no meu colo, era a senha para ser feliz, seus olhinhos
miúdos percorriam aquelas luzes, enfeites e pessoas bonitas como se fosse um filme de Walt Disney...
Na lanchonete sentou na cadeirinha giratória e sorriu como "reizinho", e entre uma montanha de batatas fritas, ríamos felizes como dois velhos amigos.
Falamos sobre bolinha de gude, pipas e bola de futebol, coisas importantes para o ser humano, principalmente quando somos crianças. Devoramos dois lanches, e quando perguntei se ele queria um sorvete gigante como sobremesa, seus olhos brilharam feito o sol, pedi um instante, fui até o caixa, quando voltei com os sorvetes na mão ele já não estava ali... Por instantes pensei que ele tinha ido ao banheiro, ou estaria olhando a lanchonete, mas não estava ali mesmo.
Foi quando sobre a caixa de batatas vazias vi um papelzinho, um bilhetinho escrito com letra miúda que dizia assim:
"Obrigado pelo melhor presente de aniversário que poderia me dar:
Fizeste feliz um dos pequeninos do mundo! "
assinado,
Jesus
"E aquele que der até mesmo um copo de água fresca a um destes pequeninos, na qualidade de discípulo, em verdade vos digo que de modo algum perderá a sua recompensa"
Mateus 10:42"
Deus abençoe seu coração!
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MAIS ALGUMAS DA CIDADE DE CAMPINAS
EM RÍTIMO DE NATAL
CAMELÔDROMO

SHOPPING D. PEDRO

SHOPPING D. PEDRO

SHOPPING D. PEDRO

POVÃO NO SHOPPING D.PEDRO
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ALGUMAS IMAGENS DO NATAL EM CAMPINAS-SP

SHOPPING IGUATEMI

SHOPPING IIGUATEMI

LARGO DO PARÁ
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Prefeitura do Rio premia melhor decoração natalina de fachada
Edifício residencial na Tijuca e casa em Santíssimo ganharam concurso.
Prêmio inclui noite em hotel, jantar em restaurante e ingressos para show.

A Riotur divulgou nesta terça-feira (23) os premiados do 6º Concurso de Decoração Natalina. Foram eleitas as fachadas de um edifício residencial na Rua Itacuruçá, na Tijuca, Zona Norte do Rio, e uma casa na Rua Maestro Cláudio Santoro, em Santíssimo, na Zona Oeste da cidade. O prêmio inclui uma noite em um hotel, jantar em restaurante e ingressos para shows e para visitar o Corcovado.
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INCREMENTE A SUA CEIA :
PERU RECHEADO COM BATATA DOCE

Ingredientes:600 g de batata-doce com casca
1 peru de aproximadamente 4 kg
1 cebola picada
100 g de toucinho magro
400 g de lombo de porco moído
200 g de pão amanhecido
½ colher (chá) de canela em pó
1 colher (chá) de tomilho fresco
200 g de manteiga amolecida
½ xícara de vinho vinho do porto ou madeira
pimenta-do-reino e sal a gosto
para marinada
2 xícaras de vinho branco seco
1 cebola graúda fatiada
2 folhas de louro
1 cenoura picada
1 alho-poró picado
2 dentes de alho amassados
1/4 xícara de vinagre
sal e pimenta a vontade
Modo de Preparo:
Retire os miúdos do peru, lave-o bem e seque levemente com papel absorvente. Tempere o peru com sal e pimenta-do-reino e coloque-o em um saco plástico grosso. Despeje no saco todos os ingredientes da marinada, amarre a boca do saco e coloque na geladeira por 12 horas. Pode colocar o peru para marinar em uma assadeira, mas no saco plástico ele fica completamente envolto pela marinada. Embrulhe as batatas em papel alumínio e leve ao forno para assarem por cerca de 1 hora ou até que estejam macias. Deixe esfriar e descasque. Reserve. Pique o toucinho e coloque em uma frigideira. Refogue até que esteja crocante e acrescente a cebola picada. Refogue para que fique macia e acrescente o lombo moído. Cozinhe em fogo alto por 5 minutos ou até que o lombo pareça cozido. Deixe esfriar. Pique grosseiramente as batatas e acrescente ao recheio, misture bem. Coloque os cubos de pão e acrescente o tomilho, canela, sal e pimenta do reino. Misture e adicione metade da manteiga, amasse levemente para incorporar e regue com o vinho. Retire o peru da marinada e seque-o com papel absorvente. Coe a marinada e reserve o líquido. Coloque o recheio na cavidade do peru e prenda as extremidades com palitos ou costurando-as para evitar que o recheio escape. Unte uma assadeira com um pouco de manteiga e coloque o peru. Espalhe a manteiga restante sobre o peru e leve ao forno aquecido em médio para que asse por cerca de 2 a 2 horas e meia, regando regularmente com os líquidos da marinada. Na meia hora final deixe o peru dourar. Para servir, retire a linha ou os palitos, coloque o peru em uma travessa e sirva decorando com frutas cristalizadas e farofa.
SALADA DE FRANGO COM MILHO VERDE

Ingredientes:1/2 kg de filé de frango
1 cebola roxa em fatias finas
10 tomates-cereja partidos ao meio
2 palmitos em rodelas finas
300 g de milho verde em conserva
1 colher (sopa) de ervas aromáticas (manjericão, tomilho, salsinha) picadas
alguns ramos de cebolinha verde picados
2 cebola pequenas picadas
6 colheres (sopa) de azeite de oliva extravirgem
5 colheres (sopa) de cerveja
1 colher (sopa) de suco de limão
folhas verdes para salada
sal e pimenta-do-reino a gosto
Modo de Preparo:
Misture em uma tigela a cebola roxa, os tomates-cereja, o palmito, o milho verde escorrido, as ervas e a cebolinha verde. Coloque na geladeira. Coloque as cebolas para cozinhar, em fogo alto, em uma panela com 2 colheres (sopa) de azeite e a cerveja, até o líquido evaporar. Junte o frango, o sal e a pimenta-do-reino e cozinhe por 5 minutos de cada lado. Retire do fogo, deixe esfriar e corte em fatias grossas. Em seguida, misture com os legumes. Reserve. Com um batedor manual, misture em uma tigela pequena o azeite restante, o suco de limão, sal e pimenta-do-reino. Tempere a salada com esse molho e sirva com verduras de sua preferência.
MATANBRE ENROLADO

Ingredientes:1 e 1/2 kg de matambre
1 maço médio de cheiro verde
3 cebolas médias
4 dentes de alho
1 pimenta dedo-de-moça picada
100 g de bacon picado
250 g de lingüiça de porco picada
óleo de soja para fritar
sal a gosto
Modo de Preparo:
Lave a carne, seque-a, retire as aparas e tempere-a com sal dos dois lados. Reserve. Lave o cheiro-verde, separe somente as folhas e pique finamente. Descasque as cebolas e pique-as em pedaços bem pequenos. Descasque o alho e corte em tiras finas. Numa superfície lisa, abra a carne com a parte gordurosa para baixo. Espalhe o cheiro-verde, as cebolas, o alho, a pimenta, o bacon e a lingüiça. Enrole a carne como um rocambole e amarre com um barbante bem grosso. Prenda bem para o recheio não escapar. Coloque 1 litro de óleo na panela de pressão, disponha o matambre, tampe a panela e leve ao fogo por 2 horas. Na metade do tempo de cozimento, retire a panela do fogo e vire o matambre de lado. Disponha a carne numa travessa, retire o barbante e corte em fatias de 2 a 3 cm de largura.
Dicas:
O matambre (carne localizada entre o couro e a costela do boi) é tradicionalmente assado no braseiro, coberto com papel-alumínio (a 50 cm de distância da brasa) por 5 horas, virando-se a carne a cada meia hora. Depois elimina-se o papel-alumínio e deixa a carne dourar por mais 1 hora.
BOBÓ DE CAMARÃO

Ingredientes:1 kg de camarão médio
4 colheres (sopa) de suco de limão
1 colher (sopa) de alho amassado
1 kg de mandioca
1 cebola grande partida ao meio
1 cenoura grande picada
½ maço médio de coentro amarrado
½ xícara (chá) de cebola ralada
4 colheres (sopa) de azeite de dendê
1 colher (sopa) de gengibre ralado
1 colher (chá) de pimenta malagueta amassada
1 xícara (chá) de leite de coco
sal a gosto
Modo de Preparo:
Limpe os camarões, retire as cascas e as cabeças (reserve) e lave bem. Coloque os camarões em uma tigela e tempere com o suco de limão, o alho e o sal. Descasque a mandioca, corte em pedaços de mais ou menos 7cm e retire a fibra central. Lave-a, coloque em uma panela, junte as cascas e as cabeças dos camarões, a cebola, a cenoura e o coentro. Cubra com 2,5 litros de água, leve ao fogo e cozinhe com panela tampada por 35 minutos, ou até a mandioca ficar bem macia. Retire a mandioca, e coe o caldo que se formou na panela. Transfira a metade da mandioca para o liquidificador, junte 2 xícaras (chá) do caldo morno, e bata até obter um mingau grosso. Se necessário, junte mais caldo. Pique a outra metade da mandioca e reserve. Pique a metade do maço do coentro e reserve. Transfira a mandioca batida para uma panela, junte a mandioca picada, os camarões, o azeite de dendê, o gengibre, a pimenta malagueta, o leite de coco, o coentro reservado e o sal. Misture e cozinhe, mexendo de vez em quando, até os camarões ficarem rosados. Sirva com arroz branco e molho de pimenta.
FAROFA DE BACON E AMEIXAS

Ingredientes:60 g de bacon cortado em cubos
2 colheres (sopa) de cebola picada
¼ xícara de ameixas pretas (secas) picadas
2 xícaras (chá) de farinha de mandioca crua
1 colher (sopa) de salsinha picada (opcional)
sal e pimenta-do-reino
Modo de Preparo:
Corte o bacon em cubos e coloque em uma panela, leve ao fogo e doure os cubos de bacon. Sem eliminar a gordura que se formou na panela, adicione a cebola e refogue até que fique bem macia. Adicione aos poucos a farinha de mandioca, misturando bem. Doure a farinha sem parar de mexer. Acrescente os pedaços de ameixa e a salsinha (opcional). Tempere com sal e pimenta-do-reino.
Revista Água na boca
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